Vem mudanças por aí! Por Daniel Sena

Em meio a tantas desconfianças e decepções na esfera política, surgem novos nomes que cativam e renovam as esperanças da população.
Essas novas opções, na esfera executiva, falando dos filhos da terra, pois Jaboatão é a menina dos olhos de muitos políticos, fazem eclodir o sentimento de extrema insatisfação dos jaboatonenses. Nomes como o do funcionário da Câmara de Vereadores, Zé Coelho Neto, que no último pleito municipal ensaiou uma largada como vice do ex-vereador Edmar de Oliveira mais não decolou e o Vereador Daniel alves, com um mandato muito positivo, reconhecido pela população e atuando como líder intelectual da oposição, aparecem com significativa força, inclusive alguns até sugerem uma chapa com os dois nomes. O problema é que na opinião de muitos especialistas, a oposição não consegue unificar-se, o que a faz caminhar perdendo tempo e oportunidades de articulação.
Essa instabilidade faz com que o atual governo municipal sinta-se numa verdadeira zona de conforto, considerando uma eleição já ganha, fazendo inclusive com que a gestão, dita por seus próprios membros nos grupos políticos de what’s, já falem em projetos para o próximo mandato. “Eleição é como jogo de futebol: só termina quando o juiz apita o final.” #ficaadica
Na esfera legislativa, a decepção é quase que uma unanimidade. Dos 27 Vereadores que hoje habitam a casa Vital de Negreiros, que por sinal, segundo dados históricos 70% deles tendem a ser despejados, conta-se nos dedos aqueles que tem algo significativo a apresentar em sua prestação de contas. Em ano de eleição, selfies e lives de ações que nada tem a ver com a verdadeira função de Vereador, parlamentares surgem como zumbis renascendo das cinzas, como se fóssemos alienados políticos. A diferença desse para pleitos anteriores, e que a população não mais jaz no abismo da desinformação.
A facilidade de acesso a informação é algo que nivela todos, no mesmo patamar.
Nessa representação legislativa, a representação feminina é praticamente ausente. A única vereadora do município, eleita com a força de uma certa denominação evangélica, sendo membro da família que a comanda a referida denominação, pasme, ainda não mostrou abate veio. Certamente a Vereadora irmã Babate, será uma das que perderá a cadeira.
Em meio a essa histórica fraca representação feminina, surge com destacada relevância, o nome de Luciene Lobo, líder comunitária de Porta Larga que surge com uma característica que merece nossa observação: suas ações em prol da população, não se restringem a sua comunidade. Isso nós obriga a obra que, mesmo que a maioria dos vereadores não hajam assim, vereadores são eleitos para atuar no município e não apenas em sua comunidade.
Luciene Lobo, por sua forte articulação política em busca de ações importantes, embora simples, tem sido alvo de muitos comentários no meio político e surge como um nome expressivo e que pode, finalmente, representar bem a população feminina, maioria do eleitorado jaboatonense.
Será que as mulheres jaboatonenses, outra vez reafirmo seu poder por ser maioria, terão finalmente motivos de orgulhar-se de sua representação?
Acompanharemos com olhos de águia as cenas dos próximos capítulos.

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