Espaço para a oposição e críticos existem e deve ser ocupados, candidatos ou não

“Na democracia, o papel da oposição é claro: fiscalizar a administração, os atos dos governantes, atuar como agente capaz de aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões. Oposição competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política. Além disso, deve ser propositiva e apresentar caminhos diferentes dos atuais para garantir maior eficiência do setor público e possibilitar o constante crescimento nacional.” Luiz Carlos Borges da Silveira.

Li recentemente um parlamentar fazer observações que quem não for ligado a político e não for candidato tem o direito de cobrar, discordo plenamente desta posição, conforme podemos ler no artigo publicado pelo Professor, Médico e ex-Ministro da Saúde, Luiz Carlos Borges da Silveira, o papel da oposição é o de fiscalizar a administração, os atos dos governantes, atuar como agente capaz de aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões. Criticar apontando soluções e cobrando as promessas feitas durante o processo eleitoral, este é o papel de qualquer cidadão, inclusive os pré-candidatos, sejam a que cargo for. Espaço para a oposição e os críticos do executivo e do legislativo existem. O primeiro passo é assumir o seu papel, no caso em questão, e o da oposição ou crítico da administração, agora, cabe ao executivo e legislativo o contraditório.