“O partido NOVO apoia o povo de Camaragibe” Rômulo é líder do NOVO em Jaboatão

romulo_2“Todos viram nos principais jornais, inclusive em rede nacional:
“Cargo comissionado é de confiança. Agora, se eu botei no cargo comissionado é porque eu confio. E na hora que eu preciso do apoio deles, eu coloco. Isso é normal. A lei diz que eu posso nomear e exonerar a qualquer momento”, afirmou Demostenes Meira, prefeito de Camaragibe, exigindo a presença de servidores comissionados no show de sua noiva em prévia de Carnaval.
A atitude do prefeito foi vergonhosa. Convocar trabalhadores para “fazer graça” para sua noiva foi um absurdo. Ele precisa aprender que os servidores comissionados estão à disposição do povo de Camaragibe. Inclusive, isso é crime previsto na Lei! Foi um gesto claro de ASSÉDIO MORAL, que faculta a cada uma das quase 700 pessoas que fazem parte do quadro de comissionados recorrer a justiça por danos morais.
O partido NOVO apoia o povo de Camaragibe. Ninguém aguenta mais essa velha política. Chega de pessoas que se aproveitam dos cargos públicos para obter vantagens pessoais. Em 2020 tem eleição! Se pisou na bola, o povo de Camaragibe vai dar o troco nas urnas”.

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Bebianno, um mal desnecessário. Já vai tarde.

A saída de Bebianno mostra pelas suas atitudes pós acontecimento que já foi tarde de mais do governo, não deveria nem sequer ter sido nomeado. Ele pode até ser oposição e sair chateado, agora, fazer pressão dizendo saber de coisas sobre “A ou B” do governo, mostra bem quem o Presidente tinha como aliado. Espero que se tiver algo sério que seja colocado agora, se não, esfrie a cabeça e cale-se para sempre.

Não podemos deixar de fazer uma comparação entre o Bebianno e o ex-Senador Magno Malta, que apesar de ter sido preterido pelo Presidente, continuou com as mesmas preocupações, defendo o projeto que acreditou e acredita até hoje, poderia ficar chateado e até falar isso ou aquilo do governo, no entanto, se colocou como soldado o tempo todo, e entre Bebianno e Malta, com certeza o Senador teve uma importância muito maior na eleição de Presidente Bolsonaro.

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Nunca haverá unanimidade nem união absoluta numa disputa eleitoral.

disputaNunca haverá unanimidade nem união absoluta numa disputa eleitoral.
Cobram-se muito união em Jaboatão como forma de se ganhar uma eleição, os últimos resultados mostraram o contrário, quando elegeram Anderson Ferreira e Elias Gomes por duas vezes, tudo o que eles não tinham na época da eleição era união, pelo contrário. Já o candidato André Campos tinha 15 Partidos e uma união em torno do seu nome, inclusive apoio do governo Estadual e Federal na época, portanto, não se pode cobrar união unânime, o que se pode ter, são diversos projetos e candidatos que possa representar seu partidos, agora, se dentro da sua própria legenda não houver união, aí sim, a sua derrota estará anunciada.
Existe algumas fases que um candidato deve correr antes de ser postulante, a primeira, é discutir internamente no Partido, com os que tem as mesmas ideias, em seguida, aglutinar forças na executiva estadual e nacional. Montar uma boa chapa de vereador e debates com os partidos e os seguimentos da sociedade o projeto, através de seminários do Partido, técnicos e a população. A segunda, estabelecendo e consolidando internamento os critérios e seu nome numa sigla, por fim, vem as conversações com outros partidos para formar uma frente, neste caso, partidos que tenham um mesmo projeto de cidade.
Aglutinar forças nesta frente para marchar com um projeto de cidade onde esta frente possa defender.
Nunca haverá união unânime num pleito político, nem em Jaboatão, nem em lugar algum, as alianças são programáticas, são eleitorais e de manutenção de poder. Tendo pessoas e ideias diferentes, pode até haver uma frente, porém, se não houver, Partidos lançando seus nomes e projetos partidários. A campanha começa no Partido, mesmo porque, sem partido você não será candidato.

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Com as trapalhadas da gestão em Jaboatão, oposição tende a crescer na cidade.

REIZINHODepois de dois anos de gestão e pouca coisa para se mostrar, para esconder está falta de ações, o governo tenta dar notoriedade as ações relacionadas a manutenção da cidade, a exemplo, da manutenção da iluminação pública, quando faz a substituição por lâmpadas mais econômicas, limpeza de canais, reforma de escolas e até a centralização da gestão, dentre outras ações de manutenção da cidade. No tocante a centralização da administração que hoje custa aos cofres públicos quase meio milhão de reais, aliás, o MPPE recomendou baixar para 270 mil, o que foi acatado, também é uma ação que está sendo questionada a sua eficácia, mesmo porque, era para ser mais econômica a centralização, se baixou para 270 mil, talvez não tenha sido mais econômica a troca. Com estas coisas que são de obrigação de qualquer gestor, a mais recente ação e que ganhou notória atenção, foi a vinda dos cinco procuradores para investigar crimes contra a administração pública. Bem, o governo que só apontava o dedo para seus antecessores, agora tem que dar algumas explicações para a população, sei que no Brasil, às vezes, o povo dar sua sentença antes mesmo do réu ser indiciado, e o pior, quando sentenciado, o estrago já foi feito. Isso é cultural e infelizmente a gestão está pagando por isso. O complexo de pavão deve ser revisto e quem sabe até por um psicólogo antes que seja tarde.

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MPPE em Jaboatão: Prefeito Anderson Ferreira começa 2019 vivendo o seu inferno astral.

andersonComo havíamos noticiado em primeira mão semana passada e repercutida em diversos canais da mídia pernambucana, o Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE), está com uma força tarefa investigando crimes contra a administração pública praticados no Município de Jaboatão dos Guararapes. As informações que chegaram é que tudo foi motivado por fatos e motivos justificados para investigar a gestão de Jaboatão. Bem, para quem chegou só a dois anos na cidade e tinha um discurso de fazer diferente, pelo andar da carruagem, a gestão tem muito o que explicar a população. O maior erro da atual gestão foi andar de salto alto e achar que está acima de todos, um verdadeiro complexo de pavão reina na cidade, outro fato, subestimar os Jaboatonenses fazendo uma gestão com pessoas que, além de não ser da cidade, não conhece suas prioridades e, não gostar do povo. Vivem nos gabinetes e colocaram barreiras de cimento e humanas para dificultar o acesso a gestão.

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