Jaboatão: Chuvisco, pé-d’água e fantasminha, o que temos?

Um dia após as chuvas que caíram na região metropolitana e que mostrou a fragilidade das cidades em lhe dar com este tipo de situação, observamos alguns personagem que aparecem sempre e que gostaria de expor neste momento, o personagem, chuvisco, pé-d’água e Fantasminha. 

O primeiro, o chuvisco, sabem que as cidades estão pouco preparadas para os famosos este tipo de chuva, mais sabem que não fazem estrados, são pequenas, miúdas, aquela que todo político queria que acontecesse no inverno enquanto no governo tiver, este tipo de situação não expõe a fragilidades da gestão e a população não percebe o risco que correm. A segunda, são as fortes chuvas, repentina e de pouca duração; aguaceiro, o que chamamos de pé-d’água, esta foi a situação e que ocorreu ontem (13) na região metropolitana, e que demonstrou para algumas cidade o total despreparo para o enfrentamento diante destes eventos naturais e que ocorrem praticamente todos os anos.

Por fim, vimos ontem dois tipos de Prefeitos, os Fantasminha e os que colocam a cara na TV e enfrentam o povo nos momentos mais difíceis, o que chamamos de Prefeitos enfrentador, aquele que não corre dos chuviscos nem do pé-d’água, mesmo que a sua cidade não esteja preparada para isso. Eles colocam a cara para ser batida, assume o comando e vai até a população para sentir o sofrimento e dar de forma emergencial, colocam  opções para minimizar o sofrimento e a perda material, no outro lado, temos os Prefeitos Fantasminhas, estes tem medo de chuvisco, no entanto, desaparece quando o assunto é o pé-d’água, eles sabem que não se preparou para as emergências, não tem coragem de enfrentar as adversidades, não conhece o sofrimento dos mais pobres, não tem alternativas para os momentos difíceis, não gostam de lidar com a adversidade e não se expõe para não perder pontos nas pesquisas. Para quem conhece o Fantasminha de verdade, sabe que ele se assusta com o próprio fantasma e é conhecido como camarada, mas, tanto o chuvisco e o pé-d’água se aproveita destes tipos de gestores para aterrorizar a população nos momentos de inverno.

A pergunta que fica é a seguinte: Em Jaboatão temos um Fantasminha que tem medo de chuva?

Você pode, e deve, estar preparado para as grandes chuvas do inverno. Não são apenas as enchentes das ruas que afetam no alagamento da casa, mas a falta de cuidado e de preparo para as pancadas d’água que sempre acontecem. O ponto que mais dá problema de alagamentos em casa é a falta de manutenção do sistema de escoamento de águas, as calhas também fazem parte do sistema de vazão de água, a interferência humana sobre os cursos d’água, provocando enchentes e inundações, as inundações geralmente são causadas por chuvas fortes e prolongadas. … Quando o nível sobe tanto que a água transborda das margens do rio, ocorre uma inundação, e, as inundações podem ser piores quando não há muita vegetação (árvores, capim e outras plantas) nas margens dos rios.

Não existe fórmula mágica para evitar os alagamentos, mas algumas mudanças na estrutura dos grandes centros urbanos podem minimizar o efeito do excesso de água. O desafio principal é encontrar alternativas para evitar a impermeabilização do solo e o assoreamento dos rios (acúmulo de detritos que causa a redução da profundidade e da vazão). Afinal, reduzir o volume de chuvas não é possível, nem desejável.

Principais danos decorrentes de inundações em áreas urbanas

Danos físicos aos domicílios: construção e conteúdo das residências.

Danos físicos ao comércio e serviços: construção e conteúdo (mobiliário, estoques, mercadorias em exposição, etc.).

Danos físicos aos equipamentos e plantas industriais.

Danos físicos à infra-estrutura;

Ferimentos e perda de vida humana;

Doenças pelo contato com a água, como resfriados e infecções;

Perda de patrimônio histórico ou cultural.

Fonte: Adaptado de Cançado, 2009

Conclusão, com os Fantasminhas nas cidades dificilmente enfrentaremos os chuviscos e os pé-d’água.

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