DOÍ NA COLUNA DESTA SEXTA FEIRA: Eleição 2020 no cardápio dos políticos de Pernambuco

A eleição de 2020 já passou a ser o principal prato no cardápio dos políticos do Estado. Mesmo a um ano das eleições, os grupos políticos das cidades do nosso estado começam a se articular e a definir palanques e possíveis nomes para a disputa em 2020. Mais o que está em jogo neste cenário de incertezas na política nacional, e, local? Importante lembrar que estamos vivendo um momento de transição na política de Pernambuco, transição de verdadeiros clãs e consolidação de outros que nos últimos 10 anos começaram a crescer no Estado e que já começam dando as cartas na política local e nacional. Vejamos:

A transição no grupo de Jarbas e que tem no Deputado Raul Henry a responsabilidade da assumir o legado do senador, este grupo, apesar de importante vai ter que arriscar mais em novas lideranças políticos para sobreviver nos próximos 10 anos.

O Grupo dos Mendonça que tem como liderança hoje e de reconhecimento nacional, o Ex-Ministro da Educação Mendonça Filho, saiu pequeno das eleições de 2018, terá uma missão ainda maior, a de eleger Prefeitos e Vereadores no estado para em 2022 tentarem voltar a cena política nacional, para isso, terá que apostar nas novas lideranças do Estado.

O grupo dos Coelhos que é tradicional no Estado e que nos últimos anos tem ocupado e renovado a sua participação nos diversos cargos, tanto na esfera municipal, quanto na estadual e nacional, no entanto, o seu fortalecimento não consegue sair do seio familiar, mesmo assim, cresceu muito e mantem-se fortalecido.

O grupo do PSB que ainda é protagonista no Estado e na Capital, mantem uma hegemonia, no entanto, dar sinais fragilização, função do tempo que controla o poder no estado e que pouco tem agregado aos aliados que apesar de estarem juntos, cada um alimenta a possibilidade de soltar a corda.

O grupo de Armando Monteiro que na última eleição teve uma derrota eleitoral, se conseguir manter-se unido, poderá ter êxito em 2020, já que as incertezas da economia poderá trazer o PTB a cena política em 2020.

Nos grupos novos e familiares, pode-se dizer que dois são emergentes ainda, o dos Ferreiras e o dos Costas, este dois que cresceram em torno das suas famílias, se não mudarem e não ampliarem a composição destes grupos, vão estacionar e aos poucos perderem massa muscular, isso se dar porque se não tiver o sangue e nome de família, ninguém entra. São as novas capitanias hereditárias em formação. Só os sobre nomes prevalecem, os outros que compõe o grupo são meramente prestadores de serviços, as vezes bem pagos. Isso é Pernambuco, isso é Brasil.

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