Governo de Anderson Ferreira previu 4.100 reais para gastar por mês com a defesa Civil na LOA de 2019.

Projeto 2515 – Demonstrativo da Despesa por Projeto , que trata da Proteção e Defesa Civil é o que consta na LOA que enviada em 2018 para a Câmara dos Vereadores para aprovação e aplicação em 2019, pelo que verificamos,  o governo já sabia que não iria investir na Defesa Civil como algo importante para a Cidade, isso pode ser comprovado ao lermos na LOA 2019 o valor disponibilizado para um ano, quer dizer 5 mil reais foi o valor estabelecido para cuidar da prevenção e outros coisas mais. Por isso a falta do que dizer do governo, agora estamos entendendo. Claro que os defensores vão dizer que ele pode fazer transferências de outras rubricas, e isso é verdade, mais uma cidade com um orçamento de 1,5 bilhões, não fazer previsão para estes projetos é no mínimo algo a ser questionado.    Por fim, não podemos dizer que a Câmara poderia fazer pedido de vista ou mesmo apresentar alteração dos valores por projeto e programa, bem, não fez.

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“Não vimos a presença do governo durante as chuvas que caíram na cidade” Vereador Daniel em áudio ontem (13)

Vereador Daniel Alves

Depois de ter percorrido vários lugares que sofreram alagamentos o Vereador disse que a cidade estava debaixo d´água e que o que mais impressionou foi a ausência do poder público, disse ainda que não viu a defesa civil do município em lugar algum. “Acredito que com planejamento e ações de prevenção em parceria com a população muitos dos problemas poderiam ser minimizados.” Concluiu o Vereador.

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Jaboatão: Chuvisco, pé-d’água e fantasminha, o que temos?

Um dia após as chuvas que caíram na região metropolitana e que mostrou a fragilidade das cidades em lhe dar com este tipo de situação, observamos alguns personagem que aparecem sempre e que gostaria de expor neste momento, o personagem, chuvisco, pé-d’água e Fantasminha. 

O primeiro, o chuvisco, sabem que as cidades estão pouco preparadas para os famosos este tipo de chuva, mais sabem que não fazem estrados, são pequenas, miúdas, aquela que todo político queria que acontecesse no inverno enquanto no governo tiver, este tipo de situação não expõe a fragilidades da gestão e a população não percebe o risco que correm. A segunda, são as fortes chuvas, repentina e de pouca duração; aguaceiro, o que chamamos de pé-d’água, esta foi a situação e que ocorreu ontem (13) na região metropolitana, e que demonstrou para algumas cidade o total despreparo para o enfrentamento diante destes eventos naturais e que ocorrem praticamente todos os anos. (mais…)

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Não se pode culpar a atual gestão pela cidade não se defender de uma forte chuva, mas, podemos culpa o gestor que não prepara a sua cidade para que ela se defenda nestes momentos

Não ficamos feliz por ver nosso povo sofrendo mais uma vez pelas consequências de varias gestões que não prepararam a cidade para os piores e os melhores momentos durante a existência, fenômenos naturais e fatos fortuitos vão sempre acontecer, e, não haverá que os imaginem e quem os façam desaparecer, a questão aqui e neste momento é de reflexão, e para isso, é importante que se levante alguns aspectos, tais como: Quem aprova projetos e construções em lugares não recomendáveis para se fazer uma casa ou um comercio? Que não fiscaliza e deixa que moradias sejam construídas em canais, calçadas e na beira de risos? Quem deixa que calçadas sejam ocupadas por comércios e até garagens de veículos? Quem deixa lixos nas ruas? Quem deixa sofás, cadeiras e outros descartáveis no leito dos rios e nos bueiros? Por que o poder público não combate e não fiscaliza estas ações que vão de encontra o plano Diretor da cidade?

Bem, o grande erro deste atual governo foi e está sendo o do lavo minhas mãos e de não apresentar a sociedade um plano de contingência e emergencial para atuar nestes momentos que são comuns e vão sempre acontecer. O pior de um governo é se envolver de forma eficiente nas questões que estão relacionadas a sua cidade, e, quando acontecer possa de forma imediata deflagra a ação emergencial para que a população possa ver que algo está sendo feito. Por fim, ainda há tempo para elaborar um projeto de retirada de todas as moradias e comércios construídos em área de risco, dando a estas pessoas a oportunidade de morar em um local digno e que possa dormir em paz. Pense nisso Prefeito.

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Jaboatão:Nem aí para atendimento básico, regionais sem eficiência penalizam a população

*Nem aí para atendimento básico, regionais sem eficiência penalizam a população *

Criado no governo de Elias Gomes as Regionais(7) foram uma grande sacada do ex prefeito que procurou uma consultoria para implantar a descentralização dos serviços da prefeitura. Dividir o município que é bastante grande em 7 regionais para descentralizar a prestação de serviços básicos da prefeitura ajudaram muito a melhorar o relacionamento do governo com a população e o governo passou a escutar as demandas de cada localidade de maneira mais eficiente.

Desde o início da gestão do prefeito Anderson Ferreira que as regionais foram deixadas de lado. O ex deputado, debutante em cargo executivo não entendeu pra que serviam as regionais. Gerentes que não tem autonomia nenhuma , não possuem estrutura e não conseguem tapar um buraco sem autorização da Secretaria de Serviços Urbanos, desvirtuaram o planejamento das regionais.

Como nada estava funcionando e tentando mudar o jogo no segundo tempo do seu mandato, Anderson tentou mudar as peças para ver se a coisa andava mais o resultado foi ainda mais desastroso. Os novos gerentes vieram de Recife, não conhecem as comunidades, não conhecem as lideranças e não sabem as prioridades de cada regional. O novo secretário que foi rebaixado de chefe de gabinete para gerente da regional 1 e secretário executivo ainda não mostrou para que veio. A única mudança foi que ele agora aparece em mais fotos do que antes.

Na gestão de Elias , as regionais que tinham sua própria estrutura de maquinário e equipe, faziam sua programação em cima das prioridades que os gerentes indicavam e hoje vivem na dependência de programação de outra secretaria. Se um gerente diz que tem
uma prioridade, o secretário diz que não , que a prioridade ele que sabe. A regional hoje virou cabide de emprego para indicação de vereadores que no final também não são atendidos devido a ineficiência dos serviços.

Resta saber se a prioridade do prefeito é atender a população que está clamando por serviços básicos que não são atendidos ou atender os pastores e seus rebanhos para garantir a sua reeleição.

O povo está na ponta, pedindo, sofrendo, tentando … mais o prefeito ainda não procurou alguém que saiba como a regional deva funcionar para atender a população. A resposta da população mal atendida de serviços básicos deve vir na urna.

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