As verdades ocultas da Eleição dos Conselheiros Tutelares

É de notório saber, embora forças ocultas e reais, tentem ludibriar a população, existem, sem qualquer forma de generalização, interesses espúrios por trás, ou até pela frente , desse processo eleitoral. Mesmo com toda bagunça , baderna e desorganização relatadas em várias cidades, inclusive pernambucanas, o pleito aconteceu. Falta de cédulas, fiscais sem receber, urnas sem lacres… Mas relaxe; não são afirmações minhas. Todos esses eventos foram registrados e publicados nas redes. Talvez essa eleição sirva apenas como uma prévia que possa ser utilizada como termômetro para as eleições municipais,uma vez que alguns dos ilustres Conselheiros eleitos, resolvam se aventurar em um pleito regular. Ou ainda, tal eleição, sirva para uma clara demonstração de força por parte de algum parlamentar municipal elegendo qualquer um de sua base eleitoral, tenha ou não preparo; tenha ou não atividades com crianças e adolescentes… Na verdade isso pouco, pouco importa. Aliás vale ressaltar, que foi exposto nas redes com muita clareza, como uma inócua contestação de poder, as famigeradas “vitórias” de alguns candidatos cuja campanha, foi estruturada por um ou mais vereador. Poderíamos aqui, fazer citação do processo que antecedeu a eleição, mas agora isso não merece destaque. O protagonismo nesse momento, são as capacitadas ou não, figuras que foram eleitas ou reeleitas. Os interesses que circundam esse processo, serão em tempo hábil, quer queiramos ou não, naturalmente revelados. Em um município com mais de 450 mil eleitores, elegemos conselheiros tutelares com pouco mais de 200 votos. Plagiando um ilustre amigos, ISSO é no mínimo “nebuloso”. Sem querer diminuir o mérito desse ou daquele candidato, a realidade é que precisamos modernizar esse processo, no que se refere a legislação e também ao procedimentos. As mesmas atitudes, os mesmos gestos, os mesmos erros que testemunhamos nas eleições regulares, se fizeram presentes nesse vergonhoso pleito. Agora nos cabe como imprensa e formadores de opinião, acompanhar os que foram eleitos; os norteados da mais plena capacidade para a função e aqueles que apenas se insurgiram no processo para servir como massa de manobra ou simples demonstração de força dos seu padrinhos políticos, como na velha república do pão com mortadela, pão e circo, pão e cesta básica, pão e um saco de cimento, pão e R$ 50 … OU QUALQUER OUTRA FERRAMENTA QUE NOS FAÇA VERGONHA.

By Daniel Sena

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