Do que jeito que estão propondo, reforma política vai beneficiar o político com mandato e dificultar os que pretendem se eleger. Casuísmo puro.
Postado por Roberto Santos em 22/abr/2015 - Fonte:

Por diversas vezes me perguntam se concordo com a reforma política no quesito financiamento público e o fim das coligações. Sempre faço uma análise antes de responder sobre o assunto, primeiro, porque entendo que a Reforma política deveria acontecer de uma forma macro, e não aos pedações como acontece no Brasil, segundo, porque, o casuísmo sempre prevalece quando a reforma acontece aos pedações, tipo coxa de retalho.
Vejamos, o financiamento público não vai eliminar o caixa dois das eleições, mesmo porque, não há efetiva fiscalização das campanhas e continuariam sendo como ocorrem ainda hoje, está mudança só vai ajudar ainda mais os que tem recursos próprios, eles vão receber do público e aplicar além do que foi repassado, alguém duvida? Com isso, os abastados continuarão bem à frente dos que detém menos poder financeiro.
Na questão do fim das coligações a consideração e a eleição dos mais votados, é outra mudança que vai efetivar ainda mais os que já estão no mandato, vejamos, no Brasil, está mais do que provado que basta recursos para conseguir um mandato, as exceções existem, mas, não é a regra. Hoje você pode se eleger com poucos votos se comparados com outros candidatos, até porquê, basta o Partido atingir o coeficiente eleitoral para eleger o primeiro candidato, o que não vai ocorrer com as regras proposta e em discussão. Portanto, manter as regras da proporcionalidade e a possibilidade das coligações ainda é a forma mais democrática de colocar pessoas que jamais conseguiriam se eleger se a regra for a dos mais votados, primeiro, porque as condições de disputa não são as mesmas, há uma diferença muito grande entre estes dois postulantes, e esta diferença está na condição do financiamento da campanha.
2016 pode ser maléfico para os que pretendem assumir um mandato no legislativo se as regras do fim das coligações de fato acontecer, por isso, já são possíveis verificar grupos de parlamentares indo para um mesmo Partido, agora, eles não precisam mais se preocupar com chapas, isso, se a reforma política for aprovada e os eleitores foram os mais votados.
A questão maior é quem está no poder não quer que a Reforma Política seja democrática e fortaleça os Partido, de forma a torná-los sem donos e dos seus filiados.

Junta Comercial quer evitar fraudes no cadastro do Microempreendedor Individual
Postado por Roberto Santos em 22/abr/2015 - Fonte:

É cada vez maior o número de pessoas que procuram a Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe) com a queixa de que o seu nome consta, indevidamente, no cadastro de Microempreendedor Individual (MEI). A inscrição como MEI é feita gratuitamente por meio do Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) criado pelo Governo Federal. Para isso, basta preencher um formulário no site com dados como número do CPF e endereço, sem a necessidade de envio de qualquer documento. Feito isso, o empreendedor recebe o número do CNPJ da Receita Federal e já pode emitir nota fiscal.

“Essa praticidade tem beneficiado quem deseja formalizar o seu micro negócio, contudo, também está facilitando as fraudes”, afirma a presidente da Jucepe, Terezinha Nunes. Ela revela que, em Pernambuco, a Dataprev (empresa de processamento de dados do Governo Federal) descobriu 351 cadastros com nomes e CPFs de pessoas já falecidas. O número de fraudes com nome de pessoas vivas não é conhecido, mas estima-se que seja alto, uma vez que, só em Pernambuco, existem 165 mil MEIs ativos. No Brasil esse número passa dos 5 milhões.

Para Terezinha Nunes, é fundamental que existam mecanismos de controle a fim de evitar que os cidadãos sejam vítimas de fraudes. Com isso em vista, a Jucepe apresentou, no encontro nacional de Juntas Comerciais, realizado na semana passada, a proposta de inclusão de um link no Portal do Empreendedor no qual o cidadão poderá fazer um cadastro negativo com o objetivo de evitar que seus dados possam ser utilizados por terceiros no registro de MEIs. A proposta foi aprovada em plenário e será encaminhada à Secretaria Nacional de Micro e Pequena Empresa.

Segundo a presidente, a Jucepe não tem como coibir esse tipo de fraude no MEI, uma vez que todo o processo de cadastro é feito pelo Portal do Empreendedor e, só depois de tudo concluído, os dados são enviados digitalmente para as Juntas Comerciais. Ela esclarece, no entanto, que qualquer pessoa pode verificar facilmente se seu CPF foi utilizado de forma fraudulenta para abertura de uma empresa. Para isso, basta acessar o portal da Jucepe, clicar no link “Pesquisa a Empresas” e colocar o seu CPF no campo específico. Caso apareça algum cadastro indevido, a pessoa poderá solicitar a sustação do registro à Jucepe. Para isso, no entanto, é necessário que seja feito antes um Boletim de Ocorrência da Delegacia de Polícia.

Pode se cadastrar como Microempreendedor Individual a pessoa que trabalha por conta própria nos ramos de serviço, comércio ou indústria. Para isso, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. O MEI também pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.Como estará enquadrado no Simples Nacional, o MEI é isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). A única contribuição é o valor fixo mensal de R$ 40,40 (comércio ou indústria), R$ 44,40 (prestação de serviços) ou R$ 45,40 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

Aécio Neves defende parlamentarismo, fim da reeleição e sistema eleitoral misto
Postado por Roberto Santos em 22/abr/2015 - Fonte:

O presidente do PSDB, Aécio Neves, defendeu nesta quinta-feira (16) o fim da reeleição e o parlamentarismo, em audiência pública na comissão especial de reforma política. No debate, Aécio e o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), defenderam o sistema distrital misto para a eleição de deputados e vereadores e o financiamento misto – público e privado – das campanhas eleitorais.

O relator da comissão, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), informou que a comissão deve ouvir ainda os presidentes do PT, Rui Falcão, e do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, antes de apresentar seu relatório, no fim de abril. Ele acredita que a proposta poderá ser votada até o dia 15 de maio no colegiado, para que possa ser votada no dia 26 de maio pelo Plenário, como anunciado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Parlamentarismo e reeleição

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Audiência pública para debater sobre reforma Política: Sistemas Eleitorais e Financiamento de Campanha. Sen. Aécio Neves (PSDB-MG)
Para Aécio, parlamentarismo é o sistema de governo mais estável
Segundo Aécio, o PSDB considera o parlamentarismo o sistema de governo mais estável. Embora a população brasileira já tenha decidido pelo presidencialismo, em plebiscito realizado há mais de 10 anos, ela acredita que o tema deve ser rediscutido pelo Congresso Nacional.

Ele também defendeu o fim da reeleição, lembrando que foi o próprio PSDB que propôs o instituto. O partido apoia mandatos de 5 anos para todos os cargos eletivos, inclusive para senadores. “Se alguém tinha alguma dúvida sobre o efeito nefasto da reeleição, essa última eleição presidencial mostrou que ela não pode continuar. A atual presidente da República desmoralizou o instituto da reeleição.”

Já o líder do DEM se declarou pessoalmente favorável à possibilidade de reeleição e à manutenção dos mandatos de quatro anos. Segundo Mendonça Filho, o DEM não tem uma posição fechada sobre a reforma política, mas sua opinião pessoal representa a visão de grande parte da legenda.

Sistema eleitoral e financiamento
Tanto o presidente do PSDB quanto o líder do DEM defenderam o sistema distrital misto – no qual parte das cadeiras do Poder Legislativo seria ocupada pelo sistema distrital (com a eleição dos mais votados em cada região dos estados), e parte pelo sistema proporcional de lista fechada (com os votos distribuídos entre os partidos). “Isso equilibraria o jogo político, com mais identificação do parlamentar com sua base, e, ao mesmo tempo, não privaria o Parlamento de representantes de segmentos variados da sociedade”, disse Aécio.

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Audiência pública para debater sobre reforma Política: Sistemas Eleitorais e Financiamento de Campanha. Dep. Mendonça Filho (DEM-PB)
Mendonça Filho defendeu a reeleição e a manutenção dos mandatos de quatro anos
O líder do DEM destacou que esse modelo misto é o aplicado na Alemanha, por exemplo. “Com modelo próximo do alemão, o País poderia ter melhora na qualidade de representação política, com mais acompanhamento por parte dos eleitores”, disse. Ele lembrou que boa parte do eleitorado esquece em quem votou para deputado federal, estadual e distrital. “Isso mostra a forte deficiência do modelo brasileiro”, apontou.

Tanto o PSDB quanto o DEM defendem o financiamento misto das campanhas eleitorais. Para Mendonça Filho, o financiamento público exclusivo não é factível e estimularia a formação de caixa-dois. De acordo com Aécio, deve haver limites para as doações de pessoas físicas e de empresas, e estas só devem poder doar para partidos políticos, proibindo-se as contribuições a candidatos específicos. Além disso, ele defendeu limite de custo para os programas partidários de TV.

Cláusula de desempenho
Os representantes dos dois partidos também defenderam a chamada cláusula de desempenho, com percentual de votos mínimo no âmbito federal e dos estados como requisito para funcionamento dos partidos no Parlamento.

“O tempo de TV e o fundo partidário devem ser distribuídos a partidos que representem segmentos significativos da sociedade”, afirmou Aécio. Ele criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contrária à cláusula de barreira, destacando que houve uma proliferação de partidos após a decisão. “Vinte e oito partidos com representação no Parlamento é disfuncional e não há nada parecido em nenhum país no mundo”, acrescentou Mendonça Filho.

O presidente do PSDB defendeu, por fim, o fim das coligações nas eleições proporcionais, já aprovado pelo Senado.
assinatura ‘Agência Câmara Notícias’

Tentando se consolidar como o candidato do PSB à prefeitura do Jaboatão, vice-prefeito Heraldo Selva começa a andar pela cidade. Quais os principais problemas do projeto Heraldo?
Postado por Roberto Santos em 22/abr/2015 - Fonte:

O vice-prefeito do Jaboatão Heraldo Selva começa a ser visto pela cidade visitando o desmantelo em que se encontra a cidade do Jaboatão. Recentemente foi visto com o Jorge dos Sem Tetos visitando algumas localidades. Heraldo que é vice-prefeito do PSDB que não tem cuidado da cidade nem feito as obras prometidas terá um grande desafio, o de se desligar totalmente da atual gestão, mesmo porque, atrelar-se a está gestão não daria a Heraldo Selva o sentimento de mudança que a população tão espera. Com 7 anos na vice prefeitura e sem uma missão específica dada pelo atual Prefeito, quer dizer, só ano passado é que o Prefeito nomeou-o como secretário de uma secretaria que não executa, o mesmo que não ter nomeado, bem, Heraldo tem o desafio de separar a sua posição da atual gestão, e apresentar um projeto que não seja o em operação que não deu certo. Um projeto que aumentou a dívida do município, não resolveu a questão da saúde, das escolas, do saneamento, dos funcionários, dos investimentos que não chegou, do aumento da receita, da cultura, da habitação, da lagoa olho d’água, do Cinema, das buraqueiras, da despoluição do Rio Jaboatão e por ai vai. Com este Curriculum, Não resta outra alternativa senão a de criar um novo projeto para a cidade do Jaboatão que esteja com os pés no chão e seja executável, porque este que ele faz parte, não saiu do papel.

Voto distrital para vereador pode ser decidido nesta quarta na CCJ
Postado por Roberto Santos em 22/abr/2015 - Fonte:

Pode ser votado nesta quarta-feira (22) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) projeto segundo o qual vereadores de municípios com mais de 200 mil eleitores devem ser escolhidos por voto distrital. De acordo com o PLS 25/2015, do senador José Serra (PSDB-SP), uma cidade desse porte seria dividida em distritos, em número igual ao de vagas na câmara municipal. Cada distrito elegeria um vereador por maioria simples (50% dos votos mais um). Assim, o candidato mais votado seria eleito.

O partido ou coligação poderia registrar apenas um candidato a vereador por distrito e cada vereador teria um suplente. Os Tribunais Regionais Eleitorais ficariam responsáveis por definir os distritos, observando a continuidade do território e a igualdade de voto.

Na última quarta-feira (15), o relator na CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), leu seu voto favorável ao projeto, com uma emenda para excluir dispositivo que previa a extinção da propaganda eleitoral dos candidatos a vereador. Embora tenha concordado com a dificuldade técnica para realizar propaganda eleitoral focada no distrito, apontada por Serra, Eunício disse que cabe aos partidos definir quais distritos e candidatos devem ter prioridade.

O texto não foi votado na semana passada por conta de pedido de vista apresentado pelo senador Humberto Costa (PT-PE). Ele argumenta que a proposta é inconstitucional, alegando que também vale para vereadores a regra para escolha de deputados, prevista na Carta, determinando o sistema proporcional para as assembleias legislativas “em cada estado, em cada território e no Distrito Federal”.

— É evidente que, no texto constitucional, há uma omissão no que diz respeito aos municípios, mas o espírito que ela estabelece é o de que o sistema proporcional seja adotado em todos os níveis — argumenta Humberto Costa.

O autor e o relator discordam. Eles afirmam que a norma para câmaras municipais está prevista apenas no Código Eleitoral, podendo, portanto, ser alterada por projeto de lei simples.

Em favor do projeto, José Serra afirma que a adoção do voto distrital nos grandes municípios reduzirá de forma significativa os custos das campanhas. Ele também argumenta que esse sistema permitirá maior proximidade entre eleitores e candidatos, favorecendo ainda a fiscalização, pela população, do vereador eleito no distrito.

Em sentido oposto, Humberto Costa alega, como dificuldade adicional à adoção da proposta, a de coexistência de dois sistemas, o distrital para municípios com mais de 200 mil habitantes e o proporcional para os demais. Já o senador José Serra considera que a implantação da proposta seria uma experiência a ser avaliada para posterior adoção em todo o país.

O autor pede agilidade na aprovação da matéria, para que a mesma possa ser votada na Câmara a tempo de valer para as eleições de 2016. Ao apresentar o pedido de vista, Humberto Costa disse que, ao requerer mais uma semana para buscar entendimento antes da votação da CCJ, se comprometia a não recorrer ao Plenário caso sua posição seja rejeitada e a proposta aprovada na comissão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fim das coligações para Vereador e Deputado foi aprovada e encaminhada para a Câmara. Leiam o que pode muda para 2016.
Postado por Roberto Santos em 22/abr/2015 - Fonte:

A Reforma política que foi aprovada e encaminhada para a Câmara traz alguns pontos importantes e que pode mudar e muito os resultados das eleições proporcionais, vejamos:
A PEC 40/2011 permite coligações partidárias somente em eleições majoritárias. Para isso, haverá alteração no artigo 17 da Constituição Federal, de forma a permitir coligações eleitorais apenas nas eleições majoritária, com isso, restabelecerá a redação original do § 1º do art. 17 da Constituição Federal e altera a redação do § 2º do mesmo artigo, para restringir as coligações eleitorais às eleições majoritárias, sem obrigação de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal; Renumera os atuais §§ 2º a 4º para §§ 3º a 5º.
Se aprovada vai impedir as coligações nas eleições proporcionais, neste caso, só será permitida as coligações em eleições majoritárias para presidente, governador, senador e prefeito, este projeto já foi aprovado e enviado à Câmara para votação. Com isso, acaba de vez a formação de chapas de forma a eleger candidatos com poucos votos. O Partido vai ter que montar suas chapas individualmente.
PEC 40/2011 – Comissão da Reforma Política (2011) – permite coligações partidárias somente em eleições majoritárias (presidente, governador, senador e prefeito).

“Os municípios brasileiros que contam com mais de 200 mil eleitores podem passar a ter eleição para vereadores com rito diferente. O projeto (PLS 25/2015), que já está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) é do senador José Serra (PSDB-SP), que quer a implementação do modelo de voto distrital majoritário para as câmaras municipais das grandes cidades. Entenda como isso funcionaria e saiba mais sobre outras pautas de comissões na reportagem de Roberto Fragoso, da Rádio Senado”.

PEN SE PREPARA PARA ÁS ELEIÇÕES MUNICIPAIS PELA PRIMEIRA VEZ
Postado por Roberto Santos em 21/abr/2015 - Fonte:

Rildo Oliveira
Rildo Oliveira
E-mail: rildooliveiraimprensa@hotmail.com

As articulações político-partidárias para as eleições de 2016 já começou, nos principais municípios da Região Metropolitana do Recife.
Em Jaboatão dos Guararapes, segundo maior colégio eleitoral no Estado o presidente do Diretório Municipal do Partido Ecológico Nacional (PEN), professor Luizinho revela já ter recebido aval do presidente da Executiva Estadual do partido, Paulo Rogério Laranjeiras, dando poderes a Luizinho, para organizar e preparar o PEN para a disputa, pela primeira vez, ás eleições de prefeito e vereadores, no segundo maior colégio eleitoral no Estado.
O PEN não descarta candidatura própria a prefeito, até porque, alguns pretensos candidatos já têm procurado o partido, para enfrentar ás eleições municipais no ano que vem.
Contatos: E-mail: prof.luizinho01@gmail.com

Pernambuco reunirá especialistas do setor industrial do Brasil e do exterior
Postado por Roberto Santos em 21/abr/2015 - Fonte:

Pernambuco sediará a Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos (Coteq), evento de âmbito nacional que reúne engenheiros, técnicos e especialistas do Brasil e de mais 13 países que atuam na área de inovação e controle de qualidade para o setor industrial. As inscrições para o encontro, que será realizado de 15 a 18 de junho, no Sheraton Reserva do Paiva Hotel & Convention Center, do Cabo de Santo Agostinho, já podem ser feitas pelo site: http://coteq.org.br. Em sua 13ª edição, a Coteq entregará o “Prêmio Eduardo Campos” ao melhor trabalho técnico apresentado por instituições pernambucanas. O prêmio será uma homenagem ao ex-governador, falecido no ano passado que, durante o seu governo, apoiou a realização da Coteq e foi um grande entusiasta em manter o evento em Pernambuco.

Outra novidade será a realização, durante a Coteq, do Encontro Nacional de Estudantes (Enest). O evento é dirigido a alunos de cursos relacionados aos segmentos da mecânica, metalurgia, química e do petróleo, que tenham interesse em aprofundar os conhecimentos nas áreas de Ensaios Não Destrutivos, Inspeção, Soldagem, Corrosão e Pintura. O evento é aberto à participação de estudantes dos níveis médio, superior e de pós-graduação. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

Oferecendo oportunidades de atualização profissional, troca de experiências e networking qualificado, a Coteq tem como objetivo contribuir para o avanço tecnológico e desenvolvimento da indústria de equipamentos. Desde 2011, o evento, que tem periodicidade bienal, vem sendo realizado em Pernambuco. “Estamos aproveitando a forte ascensão que o Estado vem experimentado no segmento industrial em virtude da recente implantação de importantes empreendimentos estruturadores, como estaleiros, refinaria de petróleo, montadora de automóveis e polo de equipamentos para geração de energia eólica”, afirma João Conte, diretor executivo da Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção (Abendi), entidade que realiza a Coteq juntamente com a Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM), Associação Brasileira de Corrosão (Abraco) e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IPB).

Durante a conferência, os participantes terão uma ampla programação distribuída em congressos, seminários e minicursos que abordarão temas relacionados ao desenvolvimento e manutenção de equipamentos industriais, incluindo as áreas de Ensaios Não Destrutivos, Inspeção, Integridade de Equipamentos, Análise de falhas, e Corrosão & Pintura. Além disso, serão realizados, paralelamente, o 4º Workshop Internacional de Soldagem e União de Materiais – Naval e Offshore; o 12º Fórum CTVP – Desafios da Indústria Brasileira de Tubulações e Vasos de Pressão: 2012 a 2022, e também o Workshop ASME Brasil (Sociedade Americana de Engenharia Mecânica). Ao todo, serão realizadas mais de 250 apresentações técnicas.

Outro evento de destaque da Coteq será a Expoequip – Exposição de Tecnologia de Equipamentos, que é destinada às áreas de Corrosão & Pintura, END e Inspeção de Equipamentos. Em seus estandes, a feira reunirá empresas nacionais e internacionais demonstrando o que há de mais recente em tecnologia industrial. Será também a oportunidade para os participantes ampliarem o seu relacionamento com os principais profissionais da área.

“Ou a gestão da prefeitura faz uma autocrítica severa, ou o povo tirará do poder esse governo nas próximas eleições.” Gerson Vicente do PSOL
Postado por Roberto Santos em 18/abr/2015 - Fonte:

Gerson Vicente
Ventos de indignação rondam Jaboatão dos Guararapes. Hoje na sede da prefeitura, diversos movimentos sociais estavam manifestando sua indignação em relação às áreas de educação, moradia, segurança, saúde, lazer, etc. Carros-de-som amplificavam discursos inflamados dos movimentos sem-teto, comunitário, estudantil, sindicatos dos professores, servidores municipais e da guarda contra o descaso da gestão. Avenidas ao redor interditadas pelas passeatas. E isso se repete toda a semana por diferentes movimentos! É incrível! A frequência aumentou bastante. Pneus queimados, barricadas, ocupações, ações no Ministério Público, pedidos de acesso à informação estão tirando o sono da gestão. Hoje a pressão foi tanta que o prefeito nem pisou na sede da Prefeitura. São tantos direitos negados para a população que protestar virou rotina e dever em Jaboatão. Ou a gestão da prefeitura faz uma autocrítica severa, ou o povo tirará do poder esse governo nas próximas eleições. Nem o poder econômico e a máquina da Prefeitura serão suficientes para domar a indignação popular.

Novo tesoureiro do PT recebeu doação de empreiteira alvo da operação Lava Jato
Postado por Roberto Santos em 18/abr/2015 - Fonte:

Escolhido nesta sexta-feira, 17, por unanimidade como novo tesoureiro do PT, o ex-deputado federal Márcio Macedo (SE) recebeu uma doação R$ 95 mil da empreiteira Andrade Gutierrez na eleição de 2014. A empresa é alvo da Operação Lava Jato.

O valor corresponde a quase 20% dos recursos que a campanha Macedo arrecadou, R$ 493 mil no total. O repasse foi feito via Diretório Nacional do PT, cujo responsável pelas finanças era, até ser preso esta semana pela Lava Jato, João Vaccari Neto.Eleito deputado federal pela primeira vez em 2010 com 58.782 votos – número expressivo para o Estado, após ter sido secretário do ex-governador Marcelo Déda, que morreu em dezembro de 2013, Macêdo, contudo, não conseguiu se reeleger ano passado. Obteve 40.814 votos, ficando na suplência para a Câmara.

A Andrade Gutierrez aparece nas investigações da Polícia Federal como uma das construtoras que se envolveram no esquema de corrupção da Petrobrás. Em uma das delações premiadas, o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa listou a Andrade Gutierrez junto com outras três construtoras como responsáveis pela doação de R$ 21 milhões ao PT em 2013.

Segundo Costa, o repasse ao partido seria propina paga por contratos obtidos em obras na Petrobrás. A empreiteira é uma das construtoras alvo de processos administrativos abertos pela Controladoria-Geral da União em razão das investigações da Lava Jato.

Enfrentamento

O vice-presidente do PT, deputado José Guimarães (CE), afirmou que a doação não é “problema” para a chegada do novo tesoureiro do partido. “Isso (a doação da construtora) não é problema nenhum. Daqui a pouco vão dizer que doação legal é crime? Qual deputado não recebeu recurso legal de alguma dessas empresas (da Operação Lava Jato)?”, disse.

Guimarães ressaltou que o novo tesoureiro do PT foi eleito por unanimidade pelo diretório nacional para um momento de “enfrentamento” de crise. “É um nome novo, mas preparado para a nova missão de enfrentamento”, afirmou.

O vice-presidente petista disse também que o tesoureiro tem “trânsito” tanto na bancada na Câmara como no partido, o que deve facilitar o trabalho dele. “Foi uma indicação certa para a hora certa”, disse.

Em nota, a Andrade Gutierrez informou que “todas as doações eleitorais realizadas pela empresa seguem rigorosamente a legislação brasileira vigente sobre o assunto, são sempre direcionadas para os diretórios nacionais dos partidos políticos e 100% registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A definição das candidaturas que receberão esses recursos é feita pelos partidos, sem qualquer interferência e conhecimento da empresa e sem obrigatoriedade das legendas informarem a quem o recurso foi doado.”
fonte:http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/novo-tesoureiro-do-pt-recebeu-doa%C3%A7%C3%A3o-de-empreiteira-alvo-da-opera%C3%A7%C3%A3o-lava-jato/ar-AAbb88m?li=AA9Hnv9&ocid=mailsignoutmd