Se cancelar algumas licitações que não faria falta alguma, Jaboatão economizaria mais de 4 milhões de reais.
Postado por Roberto Santos em 13/dez/2014 - Fonte:

Com a crise estabelecida e anunciada esta semana pelo Gestor Municipal doo Jaboatão, varias medidas foram anunciadas para economizar dinheiro. O blog sugere ao gestor uma forma simples e fácil de economizar sem mexer nos salários dos comissionados, vejamos; nos últimos Diário Oficial algumas licitações foram lançadas e a maioria contratadas que não faria nenhuma diferença neste momento, a exemplo da contratação por mais de 1,5 milhões de reais para Carro de Som anunciar as ações do governo, outra foi a de locação de veículos, mais 1,5 milhões de reais, outra mais de 1,7 milhões para contratação de empresa para apoiar na mudança da estrutura da secretaria da fazendo. Só nestes 3 exemplos a Prefeitura economizaria 4,5 milhões de reais.

Temais licitações que não tem o menor sentido e que poderia ser cancelada pela gestão.

Ato demagógico– Se quisesse de fato economizar, o prefeito de Jaboatão, Elias Gomes (PSDB), não precisaria ter recorrido ao ato demagógico de cortar 10% em cima dos salários dos comissionados. Bastaria anular várias dispensas de licitações, entre elas a de um valor de R$ 1,7 milhão, para contratação de pessoa jurídica de notória especialização. http://www.blogdomagno.com.br/index.php?pag=2&acao=&busca=

Atual Gestão do Jaboatão entra para a historia como a gestão que mais contratou comissionados e contratos temporário. Nunca na historia….
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:

Depois de passada as eleições, do mundo virtual e agora no mundo real, a crise se estabeleceu no município do Jaboatão. Com um quadro com 11.200 servidores, Jaboatão se torna inviável de se administrar. Inviável pela falta de palejamento e gestão dos que estão a frente da maquina. O que mais nos impressiona são os números oficiais, são 5.600 funcionários contratados (Comissionados e contratados temporariamente). Com estes números, Nunca na historia deste município se contratou tanta gente sem concurso Público. Esta Gestão entra para a Historia como exemplo do que não se deve fazer quando se assume uma cidade para governar. Maquina ineficiente, serviços prestados de péssima qualidade, obras inacabadas, projetos prometidos e não realizados, e por ai vai. E a dívida do município? Qual o Valor hoje atualizado? Informações chegam ao blog que já passou da casa dos mais de 600 milhões de reais. UFA..

“O município tem hoje 11.200 funcionários, sendo 5.600 efetivos, 4.400 contratados e 1.200 comissionados, em números arredondados. A folha de pagamento está em 46,8% da arrecadação, num patamar que dá uma margem de segurança à gestão, dentro do limite prudencial.”

Garantir a competitividade é o desafio de Armando Monteiro
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:

De volta a Pernambuco pela primeira vez, desde que foi anunciado como novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo Dilma Rousseff, o senador Armando Monteiro afirmou em entrevista à imprensa, durante confraternização da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), no Recife, que o foco central de sua atuação no governo será ampliar as condições de competitividade da economia brasileira, para que a indústria possa produzir mais e o país assegurar um volume maior de exportações.

“A agenda do ministério é uma agenda de crescimento e de desenvolvimento. O Ministério do Desenvolvimento joga no ataque, é ponta de lança, não joga na defesa. Mas nós reconhecemos que o reequilíbrio macroeconômico é importante para o País. O País precisa deste ajuste. Agora, eu acho que a exportação é uma oportunidade para a economia, é uma janela, porque se nós vamos ter menor crescimento no Brasil, nós temos que ser sócios do crescimento dos países que têm maior potencial neste momento. E como é que fazemos isto? Exportando para eles. Então eu acho que nós precisamos ter um olhar sobre estes mercados”, afirmou.

Na entrevista, Armando também condenou a postura dos pessimistas, que apostam no pior: “Os pessimistas no Brasil estão sempre condenados a perder. Quem apostar no pior, vai fazer uma aposta ruim. Um País que tem a nossa energia empreendedora, um País que se tornou a sétima economia do mundo, um País que tem instituições que, a meu ver, nos colocam numa posição de maior relevo do que os outros países dos Brics, é um país que tem as bases, a inteligência, o talento, os recursos humanos necessários para que nós inauguremos um novo ciclo de crescimento na economia brasileira”

Armando garantiu ainda que manterá “a melhor relação possível” com o governo Paulo Câmara, seu adversário nas últimas eleições, em Pernambuco. “Naquilo que a gente possa fazer dentro dessa margem de atuação do ministério, para servir a Pernambuco, e ajudar Pernambuco, nós faremos”, salientou.

Veja abaixo os principais tópicos da entrevista:

Relação com o governo Paulo Câmara

Armando Monteiro – “A relação do ministério com o governo será institucional. Portanto, será a melhor possível. Agora, o ex-candidato Armando é o ministro e o Paulo Câmara foi eleito pelos pernambucanos. Portanto, não vai haver dificuldade. Vamos ter uma relação institucional, uma relação cooperativa, na medida do possível, porque o ministério tem políticas nacionais. Mas, naquilo que a gente possa fazer dentro dessa margem de atuação para servir a Pernambuco, e ajudar Pernambuco, nós faremos”.

A importância do ministério para Pernambuco

Armando Monteiro – “A agenda do ministério é uma agenda de crescimento e desenvolvimento. Então, se o Brasil crescer, Pernambuco cresce. Ou seja, se o investimento se amplia, se se restaura a confiança dos agentes econômicos, se você dinamiza o comércio exterior, tudo isto ajuda Pernambuco, independentemente da ação que pontualmente o ministério realize em Pernambuco. Agora, eu já declarei que como Pernambuco tem uma série de arranjos produtivos importantes, confecção, gesso, os setores novos, o setor petroquímico, que é expressivo, a indústria naval, um parque, que aliás neste momento enfrenta dificuldades, o parque de produção de equipamentos de energia eólica, há um problema de Pernambuco com uma grande empresa desta área, o setor automotivo, que está nascendo. Então, nós vamos ter sempre um olhar para estes setores, naquilo que o ministério possa fazer”.

Preparação para assumir o ministério

Armando Monteiro – “Estamos na transição, mas na primeira fala, quando meu nome foi anunciado, eu já defini alguns eixos da atuação no ministério e tenho lido intensamente os relatórios de cada uma das áreas das empresas vinculadas, porque a estrutura do ministério, atua em várias áreas, por exemplo, essa área de propriedade industrial, de propriedade intelectual e industrial, patentes, a parte de normatização, metrologia, qualidade industrial, é o Inmetro. Você tem o BNDES, que é vinculado ao ministério, naturalmente as diretrizes da política industrial orientam as ações do banco, que é um banco de fomento. Temos ainda a Apex e a ABDI. A Apex é uma agência de promoção das exportações, que atua nas feiras internacionais, é o braço operacional do ministério. Tem a Suframa, que é a Zona Franca de Manaus. Toda a parte aduaneira, toda esta parte lá das importações da Zona Franca. Então, o campo de atuação do Ministério é vasto. Eu estou me inteirando, estudando, lendo os relatórios. E tem toda uma questão mais desafiadora agora que é montar uma equipe qualificada, competente, porque senão, sozinho, ninguém faz nada”.

Otimismo em relação a 2015

Armando Monteiro – “Os pessimistas no Brasil estão sempre condenados a perder. Quem apostar no pior, vai fazer uma aposta ruim. Um País que tem a nossa energia empreendedora, um País que se tornou a sétima economia do mundo, um País que tem instituições que, a meu ver, nos colocam numa posição de maior relevo do que os outros países dos Brics ou outros países emergentes, um País que tem instituições democráticas, onde há um amplo processo de liberdade, é um país que tem as bases, a inteligência, o talento, os recursos humanos necessários para que nós inauguremos um novo ciclo de crescimento na economia brasileira. Não é algo que seja fácil, não é uma tarefa trivial, é imensa e desafiadora, que exige esforço, disciplina e sobretudo compromisso com o nosso País”.

Desafios do próximo governo Dilma

Armando Monteiro – “Um desafio importante é que nós teremos a necessidade de fazer um ajuste macroeconômico, buscando o reequilíbrio macroeconômico, e aí nós vamos ter medidas de ajuste na área fiscal, especialmente na área fiscal. Mas eu costumo dizer que o objetivo da política econômica não é fazer ajuste. Ajuste é meio. O objetivo é o crescimento. E este ministério, o MDIC, ele joga no ataque, ele é ponta de lança, não pode jogar na defesa. Mas nós reconhecemos que o equilíbrio, o reequilíbrio macroeconômico, é importante para o País. O País precisa deste ajuste. E eu acho que a equipe nova, especialmente o novo ministro da Fazenda, é um homem que tem credenciais para poder fazer esta tarefa, e nós temos que encontrar no ministério uma agenda que de alguma maneira seja importante para o setor produtivo e que não tenha muito impacto fiscal, porque senão nós estaríamos, de alguma maneira, na contracorrente desse processo de ajuste”.

Data da posse no ministério

Armando Monteiro – “Todos serão empossados, é uma decisão que foi tomada pela presidente Dilma, todos serão empossados no dia 01 de janeiro, no primeiro dia do novo mandato”. (A solenidade de transmissão do cargo no Ministério do Desenvolvimento ocorrerá dia 7 de janeiro, às 15h).

Presença de pernambucanos na equipe

Armando Monteiro – “Eu tenho mantido contatos também com quadros aqui do Estado. Então, se puder contar com quadros aqui do Estado, é uma coisa muito importante. Vamos ver se é possível. Se você encontra a pessoa com essa disposição, se tem evidentemente o perfil requerido pela função, vamos buscar isso”.

Melhorar indicadores da balança comercial

Armando Monteiro – “Nós tivemos um ano marcado por dois problemas sérios. O primeiro, os preços das commodities que o Brasil exporta, os preços caíram muito. Por exemplo, só o minério de ferro, com a redução dos preços, nós perdemos alguma coisa como 5 bilhões de dólares de receita, só neste item. Então está havendo uma queda de preço das commodities e isto afeta as exportações brasileiras. E por outro lado os principais mercados das manufaturas brasileiras, ou seja, dos produtos industrializados que o Brasil exporta, alguns mercados muito importantes estão muito retraídos, como o mercado argentino, por exemplo. As exportações para a Argentina caíram este ano mais de 20%. E é um mercado estratégico para o Brasil. Agora nós temos que buscar valorizar, e esta é uma missão do ministério, ter uma política comercial ativa. Isto significa o seguinte: valorizar os parceiros estratégicos, promover novos acordos comerciais, sobretudo em novas áreas, para ampliar o acesso dos produtos brasileiros a estes mercados. Por exemplo, o mercado dos Estados Unidos é um mercado que vem se recuperando. Este ano as exportações de máquinas do Brasil, a área em que mais cresceram foi nos Estados Unidos. Os Estados Unidos foi um mercado que registrou o maior crescimento para as exportações brasileiras de máquinas. Então, a nossa estratégia é uma política ativa, diversificação de mercados e atuar para melhorar o custo das empresas. Porque as empresas só exportam se forem competitivas. E para serem competitivas precisam reduzir custos, aumentar a eficiência e melhorar a produtividade”.

Como melhorar a balanço em 2015, ano de ajustes e aperto

Armando Monteiro – “Eu acho que a exportação é uma oportunidade para a economia, é uma janela, porque se nós vamos ter menor crescimento no Brasil, nós temos que ser sócios do crescimento dos países que têm maior potencial neste momento. E como é que fazemos isto? Exportando para eles. Então eu acho que nós precisamos ter um olhar sobre estes mercados”.

Melhor ambiente para a exportação

Armando Monteiro – “Precisamos simplificar o processo aduaneiro e a burocracia para quem exporta. Este é um dos objetivos do ministério, simplificar os processos, desburocratizar. Tem agora a figura do operador aduaneiro, o operador autônomo. Então, é uma forma de você facilitar a vida do exportador, é uma medida que está na direção do que nós consideramos que é importante. Agora, o Brasil tem uma série de desafios. Concluir o acordo Mercosul-União Européia, que é um acordo que há muito tempo vem se trabalhando e até agora não foi concluído. Diria que estamos perto da conclusão, isto é muito importante para o Brasil, porque você pode ter acesso, na União Européia, a setores importantes para bens industriais produzidos no Brasil. Nós temos o desafio de nos integrar a outros blocos aqui na América Latina, como por exemplo a aliança do Pacífico, considerando hoje que Colômbia, Chile, Peru têm acordos preferenciais com a Zona do Pacífico, com os países do Pacífico, e o Brasil pode se integrar neste processo. E o outro ponto, como eu disse, é valorizar alguns mercados tradicionais, que hoje exigem uma maior atenção do Brasil, como por exemplo o mercados dos Estados Unidos”.

Sobre a escolha do novo presidente da Assembleia Legislativa

Armando Monteiro – “O problema da ALEPE é dos deputados estaduais. Primeiro, eu preciso saber a opinião da nossa bancada sobre o processo. É uma definição também do quadro lá da disputa. Quantos candidatos são? Quais são os candidatos? Então, eu não posso emitir nenhum juízo ainda, antes de conversar com a nossa bancada e de conhecer o quadro que vai se apresentar”.

Sinalização ou não de apoio a Guilherme Uchôa

Armando Monteiro – “Eu não tenho oficialmente esta posição porque não me reuni com a bancada ainda, mas vou me reunir com a bancada e lhe garanto que esta decisão será deles, porque eu estou falando de comércio exterior com vocês e eles é que vão falar sobre a ALEPE”.

Conversas com Uchôa

Armando Monteiro – “Faz tempo que não nos falamos, mas não temos nenhuma dificuldade. Eu acho que falei com ele já há algum tempo. Ele me telefonou quando houve o anúncio da designação para o ministério, para parabenizar, não falamos com relação à ALEPE. Sobre a ALEPE, eu preciso saber qual é o quadro, não há vetos. Eu uma vez me manifestei sobre aquela questão da mudança da Constituição, mas os deputados terminaram promovendo estas mudanças. Portanto, se eles, ao final, resolveram mudar a Constituição várias vezes, não sou eu que me arvorarei a ser o guardião da Constituição estadual. Eles é que definem estas mudanças”.

Mais investimentos em infraestrutura

Armando Monteiro – “Primeiro, quem resolve a questão da infraestrutura não é um ministério. A questão da infraestrutura é muito complexa. Isto exige investimentos e ai você tem uma interface com outros ministérios. O Ministério dos Transportes, toda esta coisa do PAC, nós temos, por exemplo, aqui em Pernambuco a questão da Transnordestina, que é uma obra estratégica do ponto de vista da competitividade. Vamos atuar para isto na medida em que o ministério possa se articular com os outros ministérios. Mas não é algo que depende de uma ação do MDIC. E a questão da carga tributária vamos atuar, sim, senão para fazer a reforma ampla, que depende do Congresso Nacional, mas vamos atuar para ver se melhora o ambiente da tributação em algumas áreas, como o PIS/COFINS, por exemplo, onde nós temos hoje um sistema muito complexo, e que pode ser muito simplificado”.

Impacto da redução do IPI para os Estados

Armando Monteiro – “A questão é mais complicada. Você desonerou o IPI para estimular alguns setores de bens de consumo duráveis, automóveis, linha branca. E a economia é um sistema de vasos comunicantes. O setor também gera empregos no Nordeste. O setor automotivo também existe no Nordeste, temos planta na Bahia, temos planta em Pernambuco, que vai entrar em operação, temos empresas locais que são líderes nacionais no setor de autopeças e que geram empregos em Pernambuco, como, por exemplo, a Baterias Moura, que é a empresa que tem a maior participação no mercado nacional hoje, e que portanto qualquer medida que estimule o setor automotivo beneficia esta empresa. O que você está referindo é a questão do FPM, ou seja, é o impacto da redução do IPI na conta dos municípios e do Estado e, em menor grau, porque a dependência é menor. Mas há uma conta que nós não temos condições desfazer, que é o seguinte: se não existissem estas desonerações a atividade econômica cairia e ao cair isto afetaria também a receita amplamente, de todo o circuito, toda a cadeia produtiva. E que prejuízo isto causaria? Portanto, o que nós temos que sempre considerar é o efeito líquido, ou seja, entre o benefício e o resultado, o que é que ao final isto produziu. Então, eu acho que foram medidas justificáveis no seu tempo, mas agora o Brasil vai viver uma outra realidade, que é o ajuste fiscal. Com o ajuste fiscal, a tendência é que estas desonerações possam ser revistas, especialmente a do IPI, mas este processo também tem que ser gradual, para que você não cause um impacto maior na atividade econômica”.

Democratas questiona relatório de CPMI da Petrobras sem indiciamentos
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:
O líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho, rejeitou o relatório apresentado pelo deputado Marco Maia (PT-RS) na CPMI da Petrobras, na tarde desta quarta-feira (10/12). De acordo com ele, não há como validar um documento que sequer indicia os principais envolvidos, incluindo três diretores da estatal citados.
“Apenas se pede para aprofundar investigações sobre nomes e, entre eles, os ex-diretores Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró. Todos já são acusados de prática de corrupção, dois deles foram presos e o outro já foi formalmente acusado de receber propina. Tudo isso mostra que a Petrobras está entregue ao crime organizado”, acusou Mendonça.
O democrata também contestou no parecer do relator a afirmação de que a negociação de compra da Refinaria de Pasadena estava “dentro dos padrões”.
“Estamos tratando de uma das operações mais lesivas ao patrimônio público que se tem notícia. Que a gente possa acrescentar no relatório uma análise respaldada que com certeza vai provar que essa operação foi absolutamente onerosa “, solicitou.
 
Licitações
Mendonça também questionou a intenção do relator Marco Maia em propor através do documento final uma nova legislação para o regime de contratações do Poder Público. Para ele, é uma contradição esse pedido sair de um parlamentar do PT
“Quem mais contribuiu para furar a Lei de Licitações foi o governo que aumentou o quanto pôde o Regime Diferenciado de Contratações”, contestou. Ele também ressaltou que uma mudança na legislação não será eficiente se não solucionar o problema das indicações políticas em cargos técnicos.
“Você pode ter a lei mais blindada que se possa imaginar, o melhor aparato jurídico para obras públicas, mas se você botar pessoas corruptas, elas vão encontrar um meio de estabelecer condições de auferir vantagens. O que é preciso é livrar as funções técnicas do aparelhamento político a serviço de negócios escusos com fins de alimentar a própria máquina política”, declarou.

 

Jaboatão adota medidas emergenciais para enfrentar crise econômica
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:

Entre as medidas anunciadas nesta quarta (10/12) pelo prefeito Elias Gomes, estão o contingenciamento temporário de 10% dos salários de parte dos servidores comissionados – incluindo os subsídios do prefeito, vice e secretários) e a redução, também temporária, da jornada de trabalho do funcionalismo, com exceção dos serviços essenciais 

Com a publicação de dois decretos no Diário Oficial do Jaboatão dos Guararapes, nesta quarta-feira (10/12), o prefeito Elias Gomes adotou medidas emergenciais no município para fazer frente à situação de crise econômica que o País atravessa, com reflexo nas cidades. O primeiro (Nº 194/2014), estabelece “Recesso de fim de Ano” na máquina pública, com ponto facultativo entre os dias 25 deste mês e 4 de janeiro de 2015, além de reduzir o expediente nas repartições de 5 de janeiro a 28 de fevereiro, para o horário das 8h às 14h, com exceção dos chamados serviços essenciais (saúde, limpeza urbana, assistência social, etc). Já o segundo (Nº 195/2014), estabelece o contingenciamento temporário de 10% dos vencimentos dos comissionados com maiores salários (símbolos CDG-1A a CDG-5B e CAA-1 a CAA-4B, nos valores de R$ 2.700,00 a R$ 8.500,00), bem como dos subsídios pagos ao próprio prefeito, vice-prefeito e secretários.

Esse contingenciamento já valerá a partir deste mês e funcionará como uma “poupança forçada” por parte dos funcionários atingidos pela medida, visto que os 10% retidos dos vencimentos serão devolvidos gradativamente, na medida em que for observado o reequilíbrio das contas municipais. Tal medida já foi adotada anteriormente pela gestão, mais precisamente durante a crise econômica de 2012, momento em que também os municípios sofreram os reflexos de uma estagnação econômica nacional. Agora, só com esse contingenciamento, a economia mensal será de aproximadamente R$ 600 mil.   

CENÁRIO NACIONAL

Na justificativa do decreto Nº 195, o cenário de crise nacional é detalhado pelo prefeito Elias Gomes, ao considerar que esta situação já provocou a queda no PIB e a redução da produção industrial, acarretando na queda nas transferências de recursos do Governo Federal aos municípios. Citou que Jaboatão, como todos os municípios brasileiros, sobretudo os nordestinos, vem sentindo os efeitos da diminuição na arrecadação de impostos, a exemplo do ICMS e FPM, afetados pelas desonerações fiscais criadas pela União.

Ressalte-se, porém, que os vencimentos dos servidores do Jaboatão dos Guararapes seguem em dia, com tabela de pagamento pré-definida e com a primeira parte do décimo-terceiro paga antecipadamente (em junho) -  a segunda sairá no próximo dia 19. O município tem hoje 11.200 funcionários, sendo 5.600 efetivos, 4.400 contratados e 1.200 comissionados, em números arredondados. A folha de pagamento está em 46,8% da arrecadação, num patamar que dá uma margem de segurança à gestão, dentro do limite prudencial.         

CORTE NOS GASTOS

Os dois decretos dão sequência a uma série de medidas de enfrentamento à crise econômica nacional, que a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes vem adotando desde outubro. Entre as medidas já tomadas,  está a redução de gastos com combustível e do uso de veículos por secretarias e empresas, com o fluxo de todos os carros sendo coordenado por uma única central de transportes. Isso já reduziu em 50% o número de carros alugados. As exceções são as ambulâncias, carros do Samu e os que transportam pacientes que são submetidos a sessões de hemodiálise, além dos utilizados no transporte de estudantes, que seguem normalmente, sem prejuízo para a população.    

MÁQUINA MENOR

Com as medidas, de acordo com a secretária de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Econômico, Mirtes Cordeiro, a Prefeitura já alcançou uma redução mensal no custeio da máquina da ordem de R$ 3,56 milhões. A meta esperada pelo prefeito Elias Gomes é chegar a R$ 5 milhões. Para que esse número seja alcançado, outras medidas estão em estudo, inclusive uma nova formatação de governo, com junção de funções e, consequentemente, diminuição do número de contratados. Essa nova formatação está sendo pensada por uma equipe formada pelo gestor, entre o conjunto de secretários, e deverá ser anunciada brevemente.

Rede de ensino do Ipojuca realiza reserva de matrículas para alunos novatos
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:
Começa no próximo dia 15 de dezembro o período de reserva de matrículas para os alunos novatos da rede municipal de ensino de Ipojuca, Região Metropolitana do Recife. Os estudantes devem se dirigir à escola municipal na qual deseja estudar, acompanhados pelos pais ou responsáveis quando menor de idade, para preenchimento do formulário de cadastro de reserva de matrícula, onde deverá optar por três escolas diferentes. As reservas ocorrerão até o próximo dia 30 de dezembro deste ano.
Para os estudantes que já são matriculados na rede municipal, a renovação para o ano letivo de 2015 será feita automaticamente, porém, os responsáveis deverão comparecer a unidade de ensino na qual estudam para atualização do cadastro escolar.
A partir do dia 05 de janeiro de 2015 os estudantes, devidamente acompanhados dos pais ou responsáveis, terão a informação da escola onde deverá ser matriculado para realizar o procedimento de confirmação da matrícula e a entrega dos documentos necessários. Ipojuca conta com 82 unidades de ensino e duas creches municipais da rede Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI).
Documentos necessários para confirmação de matrícula:
- Certidão de Nascimento;
- Caderneta de vacinação;
- Documento de Transferência (histórico escolar);
- Comprovante de residência com CEP;
- 2 fotos 3×4 recentes e iguais (facultativo).
- Tipo Sanguíneo
Jaboatão adota medidas para mudar transporte complementar
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:

A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes convocou coletiva de imprensa, na manhã desta quinta-feira (11/12), na sede do Governo Municipal, em Prazeres, para anunciar as medidas que estão sendo tomadas  para melhorar o transporte complementar no município. Entre as medidas apresentadas pelo secretário executivo de Mobilidade, Werner Brito, algumas já estão em execução, como um diagnóstico que será finalizado no próximo dia 15/12. Esse diagnóstico mostrará a atual situação do transporte na cidade e servirá como subsídio para o novo modelo, que deverá ser apresentado em março, para que seja iniciada a licitação. A implantação desse novo modelo está previsto para ocorrer em  agosto de 2015.

Segundo Werner Brito, enquanto o novo projeto não fica pronto, as permissões foram prorrogadas em 8 meses, pois a licitação atual venceu agora em dezembro. O intuito do Governo Municipal é que o novo modelo de transporte complementar entre em funcionamento antes do dia 10/08, quando acaba essa prorrogação de oito meses.

O resultado da pesquisa será encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco. “Estamos finalizando o levantamento dia 15/12, a partir do resultado vamos contratar uma empresa que vai utilizar a pesquisa como subsídio para a elaboração do projeto do novo modelo, que deve ficar pronto em março para entrar em processo licitatório. Até 10/08/15 esperamos já estar com o novo modelo de transporte complementar em pleno funcionamento”, salientou Werner Brito.

Atualmente, Jaboatão conta com 20 linhas do transporte complementar operadas por veículos de pequeno porte, sendo 17 pelos micro-ônibus e 3 por kombis. Além dessas, ainda operam no município 3 linhas em ônibus de grande porte. Diariamente, uma média de 83 mil pessoas utilizam o transporte complementar, o que chega a 2,5 milhões por mês.  “São 314 permissões. Entre os veículos cadastrados que operam no município, temos 54 kombis, 43 ônibus e 310 micro-ônibus. Desses, nem todos estão em circulação. As permissões são individuais, o que tem gerado essa luta diária pelo passageiro. Nossa ideia é mudar o sistema para que o serviço fique melhor para o cidadão”, explicou Werner.

Além da pesquisa de satisfação sobre o serviço de transportes no município, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes vem realizando plenárias em todas as sete regionais administrativas da cidade, ouvindo diretamente a população e  colhendo sugestões para subsidiar o processo de mudança no modelo.

” TUDO DE RUIM QUE ESTÁ ACONTECENDO EM JABOATÃO, FOI DITO POR MIM DURANTE ESTES SEIS ANOS DE MANDATO DO ATUAL PREFEITO…ELE NUNCA ME ENGANOU”! ADELSON VERAS
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:

Desde que o atual prefeito assumiu ainda no primeiro mandato, assumi uma postura diferente de outras lideranças políticas da cidade. Quando escolho um lado, dele não mudo, não saiu, nem nunca fiquei em cima do “muro”, sempre procurei defender minhas convicções, preservar minha imagem sem precisar me utilizar de meios não republicanos para crescer politicamente. Sou uma pessoa modesta, simples e humilde, mas sempre procurei ter posições firmes na defesa daquilo que acredito, tenho fé e esperança. Tudo de ruim que vem acontecendo em nossa cidade, foi dito por mim ao longo desses seis anos de gestão do atual prefeito, que nunca me enganou, sempre vi nele um oportunista em fim de carreira no seu reduto e cidade natal, Cabo de Santo Agostinho, onde hoje não consegue se quer eleger um filho vereador, mesmo com toda estrutura, máquina ao seu favor de uma das maiores cidades do país, Jaboatão dos Guararapes, que o povo lhe confiou dois mandatos acreditando num discurso fantasioso,enganador, velho e carrancudo além de muitas promessas que jamais serão cumpridas. ” Tai o resultado, o município passa por uma crise financeira após ás últimas eleições que até o momento explicações não foram reveladas com CLAREZA E LUCIDEZ pelo prefeito. Ficam empurrando na crise nacional, quebra de receita, mas hora, quem dirigi uma cidade,estado ou país tem a clareza de projetar dados para evitar maiores danos em épocas de “vacas magras”, e assim superar com firmeza uma possível mais anunciada crise financeira…Isto é falta de competência, responsabilidade no trato com a coisa pública, é assim que eu entendo…Quem não tem discurso nem propostas, competência,
fala com rapidez como um discuso de um  fanho, complicado de entender, difícil de aceitar!

Adelson Veras

Jaboatão: Gestão de faz de conta. Mais uma coletiva e o problema foi para debaixo do tapete.
Postado por Roberto Santos em 12/dez/2014 - Fonte:

Passada as eleições e o mundo real aparece para todos em Jaboatão. Foi assim nas últimas 5 eleições desde que o PSDB do Jaboatão assumiu a gestão. Um bom discurso, um programa arrojado e uma equipe repetindo chavões ensaiados, foi assim e vai continuar assim até o último dia da gestão. Jaboatão sofreu diversas maquiagem durante os quase 6 anos de gestão. Maquiagem de todos os tipos e para todos os gostos, até bem feitas, outras de péssimo gosto, mais todas com o aplauso da Câmara e das principais lideranças do município.

A festa parece que está chegando ao fim, e como sempre, nada do que uma coletiva com a imprensa para transferir e esconder a incompetência de uma gestão que não soube planejar o município para o futuro. O que não entendemos é que até pouco tempo, o município estava gastando muito com obras, compras e alugueis de carros de som e frotas para levar as ações do governo para as pessoas.

Anunciar redução de 10% dos salários dos comissionados como medida de ajuste das contas, é a conhecida economia do cafezinho, de nada vai adiantar. A cidade começa a ensaiar os primeiros gritos de insatisfação com este modelo que em quase nada melhorou a vida dos Jaboatanenses. Jaboatão duplicou a sua dívida, aumentou os cargos comissionados, piorou a arrecadação, nem um grande investimento instalou-se na cidade e o parque industrial perdeu sua  importância e estagnou. Empresários não conseguem se instalar em Jaboatão por falta de uma politica de  incentivos e muita burocratização.

A Gestão precisa ser mais ágil nos seus processos, deveria chamar os funcionários concursados e coloca-los nos lugares que hoje estão sendo ocupados por um parcela de pessoas que não tem qualificação para exercer suas funções. Faltou profissionalismo da Gestão que veio com o discurso que iria fazer diferente. Fica a pergunta: Qual a diferença entre esta Gestão e as outras que passaram por Jaboatão? É preciso ter a coragem de fazer as mudanças administrativas e de gestão que a cidade necessita, para isso, é preciso que projetos pessoais e familiares estejam em segundo plano.

Jaboatão está sem recursos ou os recursos estão sendo mal aplicados? Jaboatão está sem recursos, ou o planejamento não foi bem concebido pela população e a a equipe?

Importante que a coragem dos Jaboatanenses surja e que o posicionamento dos que estão calados por motivos pessoais sejam o grito da independência da cidade.

 

 

“Quem troca seu voto por qualquer coisa, está cavando a sua própria sepultura” Ex-prefeito Humberto Barradas
Postado por Roberto Santos em 10/dez/2014 - Fonte:

A questão da desordem reinante no nosso Pais não e política como a maioria acredita, a questão e moral, ética, e de berço, de formação, entranhada na cultura de levar vantagem em tudo e do jeitinho brasileiro! Essas questões antecedem o caminho político, as escolhas dos nossos representantes , ainda se vota por vantagens imediatas, e o saco do cimento, a compra do bujão de gás, a padrao de camisas para o time de futebol, o pagamento das contas luz atrazados, isso motivado não só pela necessidade, muito mas porque não acreditam que o seu escolhido depois de eleito vá se colocar como defensor dos interesses públicos, a escola do filho não vai chegar, o sistema de saúde também, por aí vai, então o melhor e vender o voto a vista, com esse tipo de comportamento elegemos esses marginais que irão elaborar as leis que todos nós temos que cumprir, vão gastar como desejarem o dinheiro advindo dos impostos que nos pagamos! Essa conversa de eleitor vota errado por falta de informações, de conhecimento e balela, eles sabem sim o que acontece, tem conhecimento dos desmandos praticados, sabem quem mudou de vida depois que consegui um mandato eletivo, quem mudou de casa, de carro e até de mulher, mas não mudam, além disso consideram que o político competente e aquele que amealharam fortunas no exercício dos mandatos, o coitado do político sério e tratado como incompetente, não soube aproveitar a oportunidade. Falei no início que a formação das pessoas, os exemplos dados pelos pais, a educação doméstica fazem o homem e sua trajetória, conhecimento se obtém nas escolas, boa formação só em casa, somos responsáveis por isso, não estamos cuidando devidamente dessa formação, por isso vivemos abraçados com as consequências, os frutos quehoje colhemos e amargo, podre, intragável, sinônimos:corrupção, impunidade e falta de ética na política. O remédio começa nos municípios onde moramos, ninguém mora no estado e ou no Pais, moramos nas cidades, dai temos que começar as mudanças nas nossas casas, os Estados e a Nação são consequências, mesmo assim eu continuo acreditando que as mudanças levam tempo, mas são possíveis! Quem troca seu voto por qualquer coisa, está cavando a sua própria sepultura, está também alimentando a vida desses marginais que se transformaram com essa atitude nos nossos representantes, depois e chorar pelo leite derramado, e continuar enxugando gelo, e continuar na mesmice trocando seis por meia dúzia!