Indicação do ex-prefeito de Camaragibe Paulo Santana para secretaria de saúde de Jaboatão passa por 2018.

O ex-prefeito de Camaragibe Paulo Santana já é dado como certo por alguns líderes da base de Anderson Ferreira como secretário de Saúde de Jaboatão, segundo informações, o acordo passaria pela eleição de 2018, onde o atual deputado Estadual André Ferreira seria o candidato a Deputado Federal com o apoio do futuro secretário de Saúde, na sua cidade de origem onde foi Prefeito e ajudou a eleger o atual Prefeito. O novo projeto dos Ferreira para 2018 é a eleição de André Ferreira para Deputado Federal, ocupando a vaga de Anderson Ferreira, e para a vaga de André Ferreira ou seu Pai Manoel Ferreira ou sua irmã. Portanto, as arrumações em Jaboatão passarão por 2018.

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PROCON de Jaboatão desapareceu e não atende mais ninguém

Depois que perdeu as eleições alguns serviços desapareceram completamente de Jaboatão, um deles foi o PROCON. Segundo informações,o atendimento por telefone não funciona … Cidadãos ligam e ninguém atende. Além disso , o SITE que facilitaria o atendimento também não funciona. O cidadão entra , reclama , e também ninguém responde. As demissões foram outro fator que fizeram com que os serviços deixassem de serem prestados. Os cidadãos tentam fazer suas reclamações, mas, não conseguem porque não existem mais a prestação do serviço. A briga agora no PROCON é saber quem vai ser o último para apagar as luzes e fechar as portas.

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Ex-prefeito de Camaragibe Paulo Santana ex-PT deve ser o secretário de Saúde de Jaboatão.

O ex-prefeito de Camaragibe Paulo Santana e ex-petista deve assumir a secretaria de Saúde do Jaboatão, segundo informações ele já foi visto pela secretaria de saúde do município semana passada. Uma surpresa, se de fato for confirmado o convite, mesmo porque, Jaboatão tem quadros cometentes para assumir tal responsabilidade. As informações que chegam ao blog é que o secretário da fazenda vai vir do Recife, um técnico da área.

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SE TIVER GREVE A CULPA É DO GOVERNO

É o que afirma o presidente da ASPRA-PE José Roberto Vieira. Se houver uma greve da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, a culpa é da falta de habilidade do Governo do Estado. A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) vem a público externar a sua insatisfação quanto ao tratamento concedido pelo governo às entidades representativas.

Há dois anos, desde a última greve da PMPE e CBMPE, foi criada uma mesa de negociação permanente dos militares estaduais com o objetivo de discutir as demandas da tropa, conforme pauta de reivindicações apresentadas ainda naquela época. Desde então, o governo está visivelmente empurrando problemas com a barriga.

Após a mudança do secretário, a ASPRA – PE acreditava que finalmente as reuniões da mesa de negociação fossem devidamente retomadas. Afinal, são as associações que têm legitimidade para representar e lutar pelos interesses da tropa. Se não fosse assim, elas não teriam surgido. No entanto, o Governo mais uma vez não respeitou as entidades e passou a negociar somente com os comandos.

Nada contra os coronéis, mas quem fala pela tropa são as entidade representativa de classes. Para que então foi criada a mesa de negociação? Até agora, nada do que pedimos foi atendido. O Hospital da PMPE está cada vez mais sucateado, continuamos sofrendo com o excesso de carga horária de trabalho, falta equipamento de trabalho, a Guarda Patrimonial está abandonada a própria sorte, os bombeiros sofrendo para dar conta do serviço sem a menor estrutura.

Quem sofre é a sociedade que vive sendo enganada pelo Governo mas percebi, na prática, que algo está errado. Como podemos conter a escalada da violência se não nos dão as mínimas condições de trabalho? É hora de mostrarmos nossa força! Vamos lotar a Praça do Derby e as ruas do Recife na próxima terça-feira, dia 06, a partir das 14 horas e mostrar a esse governo que temos força. A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA-PE) convida a todos os policiais e bombeiros militares para a Assembléia Geral sobre a nossa proposta salarial. Não vamos abrir mão da nossa representatividade.

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Especialistas apontam necessidade de redução do número de partidos

Item é essencial para a reforma política; segundo o cientista político Jairo Nicolau, a fragmentação partidária na Câmara dos Deputados é a mais alta do mundo

Audiência Pública e Reunião Ordinária
Debatedores participaram de audiência pública nesta quinta-feira na Comissão Especial da Reforma Política

Cientistas políticos destacaram que a redução da fragmentação partidária no Brasil é um dos pontos primordiais da reforma política, em audiência pública nesta quinta-feira (1º) na Câmara. Na Comissão Especial de Reforma Política, o cientista político e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Jairo Nicolau ressaltou que a “a legislatura atual é a mais fragmentada da história das eleições mundiais”.

Conforme Nicolau, a fragmentação vem aumentando ano a ano, com consequências negativas para a democracia brasileira – prejudicando a governabilidade e a interação da sociedade civil com os partidos, por exemplo.

O professor propôs cláusula de barreira (percentual mínimo de votos para determinado partido ter acesso ao Parlamento) de 1,5% para a Câmara e fim das coligações entre partidos. “É um percentual razoável a curto prazo para por fim a alta fragmentação”, disse.

Na visão do cientista político, a cláusula de desempenho de 2% para as eleições proporcionais prevista na Proposta de Emenda à Constituição 282/16 – recentemente aprovada pelo Senado e aguardando análise da Câmara – é muito elevada e terá efeito devastador para partidos médios e pequenos. Pela proposta, apenas os partidos que obtiverem essa porcentagem de votos terão direito ao funcionamento parlamentar e aos recursos do fundo partidário.

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